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Um pouco de prosa!!!!

Olá, pessoas!!!!!!!!!!!!

Agora vou prosear um pouco sobre algumas “Indagações ao vento”:

“Quando perceberam que o ônibus aproximava-se da rodoviária, trocaram as últimas palavras para repassarem as posturas a serem seguidas. Quando o ônibus encostou à plataforma, pegaram suas mochilas, desceram e calaram-se.
A partir desse momento, suas dúvidas e suas certezas iriam dançar ao ritmo do vento.”

Assim começa a história, ou estória, do livro.

Quem percebeu que o ônibus aproximava-se da rodoviária? Quais dúvidas e certezas dançariam ao vento?

Essas indagações constam do livro, entretanto, afora essas, me questiono por quê não há mais a distinção entre “história” e “estória”?

Sei que vocês não têm como perceber que o editor de texto nem reconhece a palavra “estória”. Eu aqui, que estou escrevendo, vejo que a palavra fica sublinhada de vermelho. Isso acontece quando a palavra está grafada errada, ou quando não existe.

Todavia, eu tinha aprendido que ‘história’ dizia respeito a algum fato real, e ‘estória’ àquilo que não correspondia a nenhuma realidade, ao que era imaginário ou fictício.

Por que será que não se faz mais tal distinção?

Vou pensar mais um pouco, e na próxima prosa apresentarei uma hipótese.

Por enquanto, é isso aí!!!!!!!!!!!!!!!!!

Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Malu Rizardi

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