Skip to content

Arquivado por

Um pouco de prosa!!!!

Olá, pessoas!!!!!!!!!!!!

Agora vou prosear um pouco sobre algumas “Indagações ao vento”:

“Quando perceberam que o ônibus aproximava-se da rodoviária, trocaram as últimas palavras para repassarem as posturas a serem seguidas. Quando o ônibus encostou à plataforma, pegaram suas mochilas, desceram e calaram-se.
A partir desse momento, suas dúvidas e suas certezas iriam dançar ao ritmo do vento.”

Assim começa a história, ou estória, do livro.

Quem percebeu que o ônibus aproximava-se da rodoviária? Quais dúvidas e certezas dançariam ao vento?

Essas indagações constam do livro, entretanto, afora essas, me questiono por quê não há mais a distinção entre “história” e “estória”?

Sei que vocês não têm como perceber que o editor de texto nem reconhece a palavra “estória”. Eu aqui, que estou escrevendo, vejo que a palavra fica sublinhada de vermelho. Isso acontece quando a palavra está grafada errada, ou quando não existe.

Todavia, eu tinha aprendido que ‘história’ dizia respeito a algum fato real, e ‘estória’ àquilo que não correspondia a nenhuma realidade, ao que era imaginário ou fictício.

Por que será que não se faz mais tal distinção?

Vou pensar mais um pouco, e na próxima prosa apresentarei uma hipótese.

Por enquanto, é isso aí!!!!!!!!!!!!!!!!!

Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Malu Rizardi

Um pouquinho de “Indagações ao vento”

Olá, pessoas!!!!

Gostaram da minha entrevista? Eu gostei. E a minha voz? Não é fácil não, né… Vocês escutam só quando falo com vocês, eu escuto o tempo todo… Hahaha…

Estou postando o primeiro poema do livro “Indagações ao vento”, o qual gosto muito, e é bem ilustrativo das reflexões propostas.

Palavras ao vento

 

Muitas palavras

são faladas

com firmeza

e convicção.

Passam a impressão

de muita destreza

em seu anunciar.

Deixam-nos a pensar

que gostaríamos

de ser

assim

tão decididos.

Todavia

passados três sétimos

de tempo

a realidade

não as confirmam.

Percebemos que

só davam vazão

a um querer

que não se realiza.

Em verdade

nem se sabe

se pretendiam

ter razão.

Fica parecendo

que só queriam

convencer

os ouvintes

das certezas

de que eram pedintes…

 

E, aí?

Bom, pretendo continuar a postar trechos de prosa e poesias. Quem tiver a fim de curtir é só…

E isso aí!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Abraços

Malu Rizardi

  

 

Confiram minha entrevista

Confira minha entrevista para o Podcast da UNESP: